sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Liturgia Mariana para antes do Natal

Sei que é um pouco tarde para postar esta Liturgia dando o fato que já é 25 de Dezembro, mas não resisti ao ver a oração, muito bonita mesma.


"E o discípulo a acolheu em sua casa"
(Para rezar no sábado, dia 17 de dezembro)

Oferecemos-lhes esta liturgia mariana para ser rezada pela família no sábado anterior à Noite de Natal. Sabemos pelo Evangelho que Santa Maria deu à luz o Senhor Jesus no presépio, "porque não havia lugar para eles se abrigarem" (Lc 2, 7). Com este momento de oração queremos em primeiro lugar dar graças Àquela que deu tudo para nos dar o Reconciliador, assim como acolhê-la com amor filial em nossas vidas e lares, como o fez São João. Desta maneira, Santa Maria dará à luz seu Filho, o Senhor Jesus, em nossas vidas.

LITURGIA

INTRODUÇÃO

A família se reúne em um lugar apropriado da casa, em torno a uma imagem de Santa Maria.

Todos fazendo o Sinal da Cruz dizem:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Em seguida o pai de família explica a todos os presentes o sentido desta liturgia com as seguintes palavras:

Ao dar graças a Deus que nos deu o seu Filho, devemos dar graças também à virgem Maria. Com seu "Sim" às palavras do Arcanjo, por obra do Espírito Santo, tornou-se a Mãe de Deus e Mãe nossa, e na noite de Belém "irradiou sobre o mundo a luz eterna, Jesus Cristo nosso Senhor". Demos graças a Santa Maria porque Ela deu tudo por nossa reconciliação e peçamos-lhe para que nossos corações estejam sempre dispostos a acolhê-la e, com Ela, o seu Divino Filho.

Em seguida, a mãe da família diz a seguinte oração:

Agradeço-te por ser Santa Maria.
Agradeço-te por haver-te aberto à graça,
e à escuta da palavra, desde sempre.

Agradeço-te por ter acolhido
em teu ventre puríssimo
àquele que é
a Vida e o Amor.

Agradeço-te por ter mantido
teu "Faça-se"
através de todos
os acontecimentos de tua vida.

Agradeço-te por teus exemplos
dignos de serem acolhidos
e vividos.

Agradeço-te por tua humildade,
por tua docilidade,
por essa magnífica sobriedade,
por tua capacidade de escuta,
por tua reverência,
por tua fidelidade,
por tua magnanimidade,
e por todas aquelas virtudes
que rivalizam em beleza
entre si
e que Deus nos permite
vislumbrar em Ti.

Agradeço-te por teu olhar maternal,
por tuas intercessões,
tua ternura,
teus auxílios e orientações.

Agradeço-te por tantas bondades.

Enfim,

agradeço-te por ser Santa Maria,
Mãe do Senhor Jesus
e nossa.

Amém.

INVOCAÇÃO DA FAMÍLIA

Olhando a imagem da Virgem, a família eleva a seguinte súplica comum.

(Outros dois membros da família fazem as invocações)

Primeiro membro da família:

Invoquemos ao Senhor Jesus, Reconciliador do mundo, recorrendo confiantes à intercessão de sua Santa Mãe. Digamos a cada invocação:

R. Que tua Santa Mãe, Senhor, interceda por nós.

Salvai-nos, Senhor, por vossa anunciação-encarnação, R.

Salvai-nos, Senhor, por vosso nascimento em Belém, R.

Salvai-nos, Senhor, por vossa apresentação no templo, R.

Salvai-nos, Senhor, por vosso santo batismo, R.

Salvai-nos, Senhor por vossa paixão e vossa cruz, R.

Salvai-nos, Senhor, por vossa morte e sepultura, R.

Salvai-nos, Senhor, por vossa santa ressurreição, R.

Salvai-nos, Senhor, por vossa gloriosa ascensão, R.

Salvai-nos, Senhor, por vosso dom do Espírito Santo, R.

Salvai-nos, Senhor, quando vierdes na glória, R.

Segundo membro da família:

Às nossas preces responderemos:

R. Pela intercessão de vossa Santa Mãe.

· Concedei ao Santo Padre, o Papa João Paulo II, e a nosso Bispo, vida e saúde e renovai-lhes em seu ministério e em sua santidade de vida.

R. Pela intercessão de vossa Santa Mãe.

· Iluminai as mentes dos governantes na busca do bem comum, da paz e da reconciliação.

R. Pela intercessão de vossa Santa Mãe.

· Escutai o lamento dos que sofrem, a oração dos perseguidos por causa da fé, a invocação das vítimas inocentes.

R. Pela intercessão de vossa Santa Mãe.

· Guiai à conversão aos que se afastaram de vós.

R. Pela intercessão de vossa Santa Mãe.

· Mostrai a luz do vosso rosto aos que vos buscam com sinceridade de coração.

R. Pela intercessão de vossa Santa Mãe.

· E finalmente, ajuda-nos Mãe nossa para que nosso lar seja como o de Nazaré, um cenáculo de comunhão no amor.

E toda a família reza a seguinte oração:

À vossa proteção recorremos,
Santa Mãe de Deus;
não desprezeis as nossas súplicas
em nossas necessidades;
mas livrai-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem gloriosa e bendita.

O pai da família termina a liturgia com a seguinte oração:

Ó Deus, que manifestastes ao mundo
entre os braços da Virgem Mãe o vosso Filho,
glória de Israel e luz dos povos;
Fazei que na escola de Maria
aprendamos a acolher ao Senhor Jesus
e reconheçamos nEle o único Salvador
do mundo ontem, hoje e sempre.

Ele vive e reina pelos séculos dos séculos.

Amém.

E todos fazem o Sinal da Cruz:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Natal e seu Significado Religioso


A Igreja em sua missão de ir pelo mundo levando a Boa Nova quis dedicar um tempo para aprofundar, contemplar e assimilar o Mistério da Encarnação do Filho de Deus; conhecemos este tempo como o Natal. Perto da antiga festa judaica das luzes e buscando dar um sentido cristão às celebrações pagãs do solstício de inverno, a Igreja aproveitou o momento para celebrar o Natal.

Nesse tempo os cristãos por meio do Advento se preparam para receber o Cristo, luz do mundo" (Jo 8, 12) em suas almas, retificando suas vidas e renovando o compromisso de segui-lo. Durante o Tempo de Natal assim como no Tríduo Pascal da semana Santa celebramos a redenção do homem graças à presença e entrega de Deus; mas diferentemente do Tríduo Pascal em que recordamos a paixão e morte do Salvador, no Natal recordamos que o Filho de Deus se fez homem e habitou entre nós.

Símbolos da tradição natalina

Além do "presépio" ou é costume utilizar no tempo de natal a "Árvore de Natal". Vejamos alguns de seus elementos que podem nos ajudar a aprofundar no mistério do Natal – Encarnação.

A ÁRVORE nos traz à memória a árvore do Paraíso (cf. Gn 2, 9 – 17) de cujo fruto comeram Adão e Eva desobedecendo a Deus. A árvore então nos lembra a origem de nossa desgraça: o pecado. E nos recorda que o menino vai nascer de Santa Maria é o Messias prometido que vem a nos trazer o dom da reconciliação.

AS LUZES nos recordam que o Senhor Jesus é a luz do mundo que ilumina nossas vidas, nos tirando das trevas do pecado e nos guiando em nosso peregrinar para a Casa do Pai.

A ESTRELA. Assim como no Presépio há dois mil um anos uma estrela se deteve sobre o lugar onde estava o menino Jesus, com a Maria sua Mãe, causando este acontecimento uma grande alegria nos Reis Magos (ver MT 2, 9 – 10). Hoje uma estrela coroa nossa árvore nos recordando que o acontecimento do nascimento de Jesus trouxe a verdadeira alegria a nossas vidas.

OS PRESENTES colocados aos pés da árvore simbolizam aqueles dons com os que os reis magos adoraram ao Menino Deus. Além disso nos recordam que tanto amou Deus Pai ao mundo que entregou (como um presente) seu único filho para que todo o que nele crer tenha a vida eterna.

DE BÊNÇÃO DA ÁRVORE NATALINA

Todos os presentes, persignando-se dizem:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

O pai da família diz:

Bendito seja Deus,
Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
Que nos abençôou com toda sorte de bênçãos espirituais.
Nos céus, em Cristo.

Todos respondem:

Bendito seja o Senhor pelos séculos. Amém

LEITURA

Um dos presentes, lê o seguinte texto da Sagrada Escritura:

Escutemos com atenção a leitura do profeta Isaías:

"Virá a ti, Jerusalém, o orgulho do Líbano, com o cipreste e o abeto e o pinheiro, para adornar o lugar de meu santuário e enobrecer meu estado".

ORAÇÃO DE BÊNÇÃO

Em seguida o pai da família, com as mãos juntas, diz a oração de bênção:

Oremos.

Bendito seja, Senhor e nosso Pai,
Que nos concede recordar com fé
Nestes dias de Natal
Os mistérios do nascimento do Senhor Jesus.
nos conceda, a quem adornamos esta árvore
E o enfeitamos com luzes,
Com a alegria de celebrar
O natal do novo milênio
Que podemos viver também à luz dos exemplos
Da vida plena de seu Filho
E ser enriquecidos com as virtudes
Que resplandecem em sua Santa infância.
A Ele a glória pelos séculos dos séculos.

Todos respondem:

Amém.

Ao final, todos os presentes, persignando-se dizem:

Em nome do Pai, do filho e do Espírito Santo. Amém.

FONTE: ACI Digital - O que todo católico necessita saber



domingo, 8 de novembro de 2009

Santa Ana



Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim, pertencia à família real de Davi. Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus. Eram residentes em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana; e aí, num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam, que em hebraico significa "Senhora da Luz", passado para o latim como Maria.


A devoção aos pais de Maria é muito antiga no Oriente, onde foram cultuados desde os primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI. Já no ocidente, o culto de Santana remonta ao século VIII, quando, no ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren, Renânia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto . Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879.Em França, o culto da Mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da santa em Auray, em 1623. Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.


"Senhora Sant'Ana, fostes chamada por Deus a colaborar na salvação do mundo.
Seguindo os caminhos da Providência Divina, recebeste São Joaquim por Esposo.
Deste vosso matrimônio, vivido em santidade, nasceu Maria Santíssima, que seria a Mãe de Jesus Cristo. Formando Vós família tão santa, confiantes nós vos pedimos por esta nossa família.
Alcançai-nos a todos as graças de Deus: aos PAIS deste lar, que vivam na santidade do matrimônio e formem seus filhos segundo o Evangelho;
Aos FILHOS desta casa, que cresçam em sabedoria, graça e santidade e encontrem a vocação a que Deus os chamou.
E a todos nós, Pais e Filhos, alcançai-nos a alegria de viverfielmente na Igreja de Cristo, guiados sempre pelo Espírito Santo, para que um dia, após as
alegrias e sofrimentos desta vida, mereçamos também nós chegar à casa do Pai, onde vos possamos encontrar, para junto sermos eternamente felizes, no Cristo, pelo Espírito Santo.
Amém."

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Santa Bárbara








Santa Bárbara foi uma jovem nascida na cidade de Nicomédia (na região da Bitínia), atual Izmit, Turquia nas margens do Mar de Mármara, isto nos fins do século III da Era cristã. Esta jovem era a filha única de um rico e nobre habitante desta cidade do Império Romano chamado Dióscoro.


Por ser filha única e com receio de deixar a filha no meio da sociedade corrupta daquele tempo, Dióscoro decidiu fechá-la numa torre. Santa Bárbara na sua solidão, tinha a mata virgem como quintal, e questionava-se se de fato, tudo aquilo era criação dos ídolos que aprendera a cultuar com seus tutores naquela torre. Por ser muito bela, não lhe faltavam pretendentes para casamentos, mas Bárbara não aceitava nenhum.
Desconcertado diante da cidade, Dióscoro estava convencido que as "desfeitas" da filha justificavam-se pelo fato dela ter ficado trancada muitos anos na torre. Então, ele permitiu que ela fosse conhecer a cidade; durante essa visita ela teve contato com cristãos, que lhe contaram sobre os ideais de Jesus sobre o mistério da união da Santíssima Trindade. Pouco tempo depois, um padre vindo de Alexandria lhe deu o Batismo.
Em certa ocasião, seu pai decidiu construir uma casa de banho com duas janelas para Bárbara. Todavia, dias mais tarde, ele viu-se obrigado a fazer uma longa viagem. Enquanto Dióscoro viajava, sua filha ordenou a construção de uma terceira janela na torre, visto que a casa de banho ficaria na torre. Além disso, ela esculpira uma cruz sobre a fonte.
O seu pai Dióscoro, quando voltou, reparou que a torre onde tinha trancado a filha tinha agora três janelas em vez das duas que ele mandara abrir. Ao perguntar à filha o porquê das três janelas, ela explicou-lhe que isso era o símbolo da sua nova Fé. Este facto deixou o pai furioso, pois ela se recusava a seguir a fé dos Deuses do Olimpo.

Debaixo de um impulso e obedecendo à sua fé, o pai denunciou-a ao Prefeito Martiniano. Este mandou-a torturar numa tentativa de a fazer mudar de idéias, fato que não aconteceu. Assim Marcius condenou-a à morte por degolação.
Durante sua tortura em praça pública, uma jovem cristã de nome Juliana denunciou os nomes dos carrascos, e imediatamente foi presa e entregue à morte juntamente com Bárbara.

Depois foi conduzida para fora da cidade onde o seu próprio pai a executou, degolando-a. Quando a cabeça de Bárbara rolou pelo chão, um imenso trovão ribombou pelos ares fazendo tremer os céus. Um relâmpago flamejou pelos ares e atravessando o céu fez cair por terra o corpo sem vida de Dióscoro.
"Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura.
Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graças a Deus, criador do céu, da terra e da natureza, este Deus que tem poder de dominaro furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras.
Santa Bárbara, rogai por nós."

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Virgem Santíssima (Primeira Parte)






Maria (Μαρία transliteração em grego do hebraico Maryam, Miriã ou Miriam מרים que em hebraico significa "contumácia" ou "rebelião"; a origem é incerta, mas pode ter sido originalmente um nome egípcio, provavelmente derivado de mry ("amada") ou mr ("amor"),[2] no sentido de "senhora amada"; é a mãe de Jesus de Nazaré. Acredita-se que tenha nascido em Jerusalém a partir de 15 a.C., para alguns estudiosos teria nascido em Nazaré. A Igreja Católica a denomina também Co-Redentora da humanidade.

Era uma mulher verdadeiramente devota e corajosa. O Evangelho de João menciona que antes de Jesus morrer, Maria foi confiada aos cuidados do apóstolo João e a Igreja Católica viu aí que nela estava representada toda a humanidade, filha da Nova Eva.

As passagens onde Maria aparece no Novo Testamento são:

  • A visitação à sua prima Santa Isabel e o Magnificat (Lc. 1,39-56).
  • O nascimento do Filho de Deus em Belém, a adoração dos pastores e dos reis magos (Lc. 2,1-20).
  • A Sua purificação e a apresentação do Menino Jesus no templo (Lc. 2,22-38).
  • À procura do Menino-Deus no templo debatendo com os doutores da lei (Lc. 2,41-50).
  • Meditando sobre todos estes fatos (Lc. 2,51).
  • Nas bodas de Casamento em Caná, na Galiléia. (João 2:1-11)
  • À procura de Cristo enquanto este pregava e o elogio que Lhe faz (Lc. 8,19-21) e (Mc. 3, 33-35).
  • Stabat Mater - Ao pé da Cruz quando Jesus aponta a Maria como mãe do discípulo e a este como seu filho (Jo, 19,26-27).

Nos Evangelhos Maria faz uso da palavra por sete vezes, três delas dirigidas ao Anjo da Anunciação, o Magnificat em resposta a Isabel, duas dirigidas ao seu Filho e uma só e última vez dirigida aos homens (aos servos das bodas de Caná) que a Igreja Católica conserva com todo o valor de um testamento:

  • Como poderá ser isto, se não conheço varão? (Lc. 1,34).
  • "Eis aqui a serva do senhor, faça-se em mim, segundo a Tua palavra (Lc 1:38)
  • "A minha alma engrandece o Senhor." (Lc. 1,46-55)
  • "Filho, porque fizeste isto conosco? eis que teu pai e eu te procurávamos angustiados." (Lc. 2,48).
  • "Não têm mais vinho"... (Jo. 2,3).
  • "Fazei tudo o que Ele vos disser" (Jo.2,5).

Nos Evangelhos por oito vezes a palavra é dirigida a Maria:

  • A saudação do anjo: Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo. (Lc.1,28).
  • O anúncio da Encarnação: Eis que conceberás no teu seio e darás à luz um filho a quem porás o nome de Jesus. (Lc. 1,30-33).
  • Por obra e graça do Espírito Santo: O Espírito Santo descerá sobre ti e o poder do altísimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o que nascer será chamado Santo, Filho de Deus. (Lc. 1,35-37).
  • Simeão Lhe fala da espada que trespassará o coração: ...e uma espada trespassará a tua própria alma a fim de que se descubram os pensamentos de muitos corações. (Lc. 2,34).
  • Isabel ao responder à sua saudação: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! (Lc.1, 42-45).
  • O Menino-Deus a responde no templo: Por que me buscáveis? Não sabíeis que devo ocupar-me nas coisas de meu Pai? (Lc. 2,49)
  • Cristo em Caná, com uma evasiva: Mulher que há entre ti e mim? Ainda não chegou a minha hora. (Jo.2,4) e
  • Por Cristo na Cruz: Jesus, vendo a sua Mãe e, junto dEla, o discípulo que amava, disse à sua Mãe: "Mulher, eis aí o teu filho." Depois disse ao discípulo: "Eis aí a tua Mãe." E daquela hora em diante o discípulo a levou para sua casa. (Jo. 19,26-27).